Desafio Positivo!

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Já que fiz dois posts hoje, não posso deixar de fazer o terceiro ;-)

Venho desta forma desafiar todos(as) os(as) nossos(as) vizinhos(as) e leitores(as) do blog a comentarem este post e nos dizerem porque gostam de morar no Alto do Lumiar.

Todos os comentários que sigam a linha de orientação sugerida serão colocados como adenda a este mesmo post.

Está lançado o desafio.

Contributos:

João – Junho 23, 2007 às 4:34 pm

“Algém tem de começar :). Os passeios largos que convidam à utilização das ruas e contribuem em muito para “devolver a cidade aos peões”.

Luís Magalhães – Junho 25, 2007 às 10:32 am

“Não costumo escrever nos blogs, pois na maioria das vezes servem para desabafos negativos, que no caso da Alta têm contribuído para a desvalorização da zona. Mas para este desafio aqui vai…
Está à vista de todos os moradores que subsistem problemas, em grande parte originados pela inércia das entidades (in)competentes, que há muito deviam ter sido resolvidos. Mas as vantagens futuras de viver na Alta, algumas já actuais, compensam largamente os pequenos sacrifícios do momento. Apesar dos atrasos, é um empreendimento urbano com objectivos claros e um plano detalhado de construção que inclui tudo o que precisamos para viver (habitação, escolas, serviços, comércio, trabalho, transportes – junto à minha casa passam autocarros a cada 5 min., usemo-los sempre que possível, metro relativamente perto – e espaços verdes sem fim – que bom que é passear e correr no Parque Oeste, ainda que incompleto). Em que outro local de Lisboa e arredores podemos conjugar tudo isto com casas a preços competitivos? Gostava que todas as obras estivessem mais avançadas, mas sou de facto um entusiasta e estou optimista quanto ao futuro da Alta. Estou convencido que a conclusão do Eixo N/S e do Parque Oeste e a tomada duma atitude bastante mais proactiva e comercial da SGAL, favorecerão o crescimento da população e acelerarão todo o processo, incluindo a integração social de todos os habitantes – uma questão de massa crítica.

Até à próxima
Luís Magalhães”

Luís Lucena Junho – 25, 2007 às 11:43 pm

“É no Alto do Lumiar que mora a minha família. E foi lá que conheci a Joana, o João, o Pedro, o Luís, a Joana, o Tom, o Tobias, o Fernando, a Isabel, o Miguel, a Joana, o Tiago, a Patrícia, a Maria, a Madalena, o Salvador, o José, a Vera, o José Maria, a Patrícia, o Luís, a Cláudia, a Madalena, o Rodrigo, a Natacha, a Inês, o João Pedro, a Margarida, a Catarina, o Tomás, o Miguel, a Evalina, o Nuno, o Jorge, o Luís, o Nuno, o João, o Pedro, o João Carlos, a Carla, o Francisco, o Pedro, o Nuno, o Carlos, a Carla, a Isabel, o José, o João, a Dulce, o Pedro, o José, o Miguel, o António, a Maria José, o Filipe, o Pedro, o Orlando, a Antónia, a Sofia, a Margarida, o João, a Cristina, o Guilherme, o Fábio, o Mauro, o António, o Adilson, o Paulo, o Anderson, o António, o Adriano, a Irina, o Ricardo, a Esperança, a Cláudia, a Conceição, a Ana Luísa, a Ana Rita, o Joaquim, o Álvaro, o Nuno, o Carlos, a Luísa, a Marta, a Alexandra, a Maria, o Bruno, a Carla, o Rodrigo, a Vanessa, a Teresa, a Antónia, o Pedro, o Adriano, a Anabela, o Filipe, o Jorge, o Paulo, o David, o Jorge, o Diogo, o José, o Ricardo, o Vasco, o João, a Cristina, a Francisca, o Emanuel, a Alexandra, a Catarina, o Sérgio, a Mónica, a Paula, a Maria João, a Rita, a Cláudia, o Igor, a Fernanda, a Neuza, o Paulo. E passei a conhecer melhor o Tiago, a Clara, o Tiago, a Filipa, o Nuno, o Tiago, a Rosa, o Manuel, a Raquel, o Pedro, a Rebeca, o João. E é lá que quero continuar a viver, com estes meus amigos e vizinhos a quem quero bem!”

Tiago (http://www.viveraltadelisboa.blogspot.com/) – Junho 26, 2007 às 2:04 pm

“Eu também gosto de viver aqui. Gosto muito do projecto, de uma ideia de planeamente em larga escala, prévio, com preocupações urbanas como largura de passeios, existência de espaços verdes, cuidado com a escolha dos arquitectos. Por enquanto é uma zona calma e sossegada, agradável de passear nas zonas já edificadas.

No entanto, acho ofensivo que se perpetue silenciosamente os atrasos, por desleixo, por incompetência, por falta de visão; que se tome como lema para tudo “o segredo que Lisboa guardou para o fim”, deixando actuais e potenciais moradores com algum receio e desconfiança sobre o futuro do projecto.

Não acho que são os blogs e as opiniões das pessoas que desvalorizam as coisas. Não me parece que o silêncio seja a melhor forma de ajudar a cidade a crescer saudavelmente. Há que vivê-la, usufrui-la, diagnosticá-la, propor soluções, falar, discutir. E neste aspecto parece-me que a massa crítica existente nos blogs só valoriza a zona.

Quanto às questões sociais, já tive a ingenuidade de acreditar que um bom urbanismo era meio caminho andado para resolver problemas de famílias disfuncionais e hábitos de marginalidade. Acho que há imenso a fazer neste campo, e instituições como o Centro Social da Musgueira, a Fundação Aga Khan ou os clubes desportivos da Alta têm sido excepcionais com os parcos recursos e apoios que têm. Mesmo assim, não é suficiente, é preciso muito mais.”

joanafisher – Julho 8, 2007 às 11:36 pm

“Adoro os jardins, os espacos, os avioes ao fundo, o caminho que me leva, a pe, do metro ate minha casa, a grandeza do projecto, a engenharia social, o por-do-sol na Avenida Helena Vaz da SIlva, os meus vizinhos, o entusiasmo do meu marido perante os pormenores da arquitectura, a Rota do Pao, a Speedy Pizza, a esperanca, o desafio e o facto de tudo depender de cada um de nos.
Luis Lucena, gostei imenso da tua resposta. A Alta de Lisboa sao todos aqueles nomes (e muitos mais), com uma alma por detras e uma ideia de felicidade.”

espertinha – Julho 10, 2007 às 4:23 pm

“Ao fim da tarde de um dia de calor abrasador (OK, ainda só disfrutei disto no ano passado…), uma cervejinha e umas pipocas salgadas na varanda virada para o Parque das Conchas.

Em que outro lugar na cidade eu poderia ter isto, e um supermercado a dois minutos a pé, uma estação de metro a cinco e um ginásio a outros cinco? E quando deixar de haver aeroporto na Portela ainda vai ser melhor, porque as cigarras não mais serão interrompidas pelos Boeings e pelos Airbuses! ;)”

RR – Julho 16, 2007 às 6:57 pm

“Gosto de poder sair de casa a correr, atravessar o Parque Oeste, dar 3 voltas ao Parque das Conhas e voltar. 40 minutos de puro gozo ao fim do dia. Mal saio da Alta (a correr) começam os carros, passeios estreitos, carros nos passeios…”

mafalda – Julho 17, 2007 às 2:22 pm

“gosto da alta porque sempre vivi no lumiar, porque há jardins e vêem-se muitas crianças, porque acredito que vai haver muitos cafés e esplanadas para todos se encontrarem, como acontece em Telheiras, porque os habitantes são jovens cheios de promessa e pessoas de vida feita que querem recomeçar, porque sei que do empreendedorismo patente nos blogues sei que haverá associativismo cultural e solidário, porque acredito que os espaços verdes humanizam mais do que a volumetria e o consumo, porque á Alta pode ser uma Ágora se todos quisermos que mais do que Alta, seja mesmo LISBOA. Um abraço”

Margarida – Julho 20, 2007 às 12:58 pm

“Sempre morei no Lumiar. Quando conheci o projecto da Alta de Lisboa fiquei interessada e com vontade de fazer parte dos inúmeros moradores. E aqui estou. Comprei um T1 e já mudei para um T3, e não tenho intenções de deixar a Alta de Lisboa.

Tem defeitos, isso tem, mas como todas as outras zonas de Lisboa. Mas também tem qualidades que outras zonas de Lisboa não têm. Espaços verdes, ruas largas, estacionamentos, transportes, serviços, etc…

Ainda falta muita coisa, mas para quem mora na Alta de Lisboa quase desde o seu início posso dizer que muito já foi feito.

Quem não gosta de chegar do serviço e no verão, desde que haja tempo, dar um passeio de fim de tarde na Parque das Conchas? Ou deber um sumo no Kafofo, Rota do Pão, ou nos vários cáfézinhos agradáveis por lá existentes??? Ou sentar-se na varanda e regalar-se com a vista do Parque das Conchas?

Gosto muito de viver na Alta, e não a trocaria por outra zona de Lisboa.

Margarida”

Agradecemos todos os contributos efectuados.

 

Participação Cívica?

O que nos leva a não participar (mais) activamente na melhoria da qualidade de vida da zona onde moramos? É uma pergunta que faço muitas vezes a mim próprio e em jeito de provocação venho colocá-la aqui no blog da ARAL.

Percebo que temos falta de tempo, mas se todos dermos um pouco de tempo do pouco tempo que temos não seria mais fácil e melhor?