Cartão de Residente – Descontos na Glassdrive para os nossos Sócios!

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A ARAL celebrou recentemente um protocolo com a Glassdrive que permite aos nossos associados desfrutar de descontos ao usufruírem de serviços desta reconhecida marca.

Poderá usufruir de 20% de desconto na substituição e reparação de vidros e na montagem de um pára-brisas novo terá ainda direito à aplicação gratuita do produto Aquacontrol, um repelente de água.

Temos bem perto de nós, no Lumiar (Rua Fernando Lopes Graça, 19 G), uma loja Glassdrive, o que facilita e torna esta parceria ainda mais interessante.

Esta oferta destina-se aos nossos associados e seus familiares diretos  (cônjugues, pais e filhos). Se ainda não tem o nosso Cartão de Residente/sócio  não hesite em adquiri-lo, terá esta e muitas mais vantagens à sua espera!

Para mais informações sobre esta oferta e como fazer-se associado da ARAL visite-nos na:

Rua Luía Piçarra, loja 6 A, 1750-101 Lisboa,

ou contate-nos via:

e-mail (aralumiar@gmail.com)

telefone 218 267 585/ 910 776 779 (das 17.30h às 20.00h)

ado da ARAL visite-nos na Rua Luía Piçarra, loja 5 B, 1750-101 Lisboa, ou contate-nos via e-mail (aralumiar@gmail.com) ou por telefone 218 267 585/ 960 154 631.

Rugby – Apadrinhar uma criança

O Rugby na Alta de Lisboa é um projeto de cariz social que nasceu em 2009 na Alta de Lisboa (freguesias do Lumiar e Santa Clara) um território com cerca de 32.000 habitantes, muitos dos quais com origem no Plano Especial de Realojamento (PER) de antigos bairros de barracas como são exemplo a Musgueira ou a Quinta Grande.

O Rugby na Alta de Lisboa tem como objectivo inicial a ocupação dos tempos livres e integração social de crianças, através da prática de uma modalidade desportiva diferente, rica pelos valores pessoais e sociais que transmite.

O Rugby é uma modalidade de enorme carácter educativo, por transmitir valores que contribuem para um desenvolvimento pessoal estruturado, como são exemplos a cooperação, espírito de equipa, lealdade, disciplina, auto-estima, desportivismo, atitude e dedicação.

O Rugby na Alta de Lisboa proporciona duas vezes por semana treinos para crianças/jovens, dos 6 aos 14 anos, rapazes e raparigas, distribuídos de acordo com os escalões etários. Os treinos realizam-se no Complexo Desportivo do Alto do Lumiar.

Aos treinos desportivos está ainda associada uma componente pedagógica, colocada em prática numa sala de apoio ao estudo com o objectivo de auxiliar à melhoria do desempenho escolar e a contribuir para o desenvolvimento de competências pessoais e sociais dos atletas.

De modo a financiar este projecto a ARAL lança um Projecto de Apadrinhamento permitindo que qualquer pessoa ou organização possa contribuir.

O Apadrinhamento do Rugby consiste em proporcionar às crianças condições para participarem nesta modalidade e transmitir os valores inerentes à prática: solidariedade, espírito de equipa, respeito e união

As dificuldades com as quais as crianças se defrontam diariamente para poderem aceder a novas oportunidades e modalidades que lhes permita aspirar um desenvolvimento saudável equilibrado e seguro serão suprimidas através das diferentes valências proporcionadas pela contribuição monetária dos padrinhos.

Graças a essa contribuição, a ARAL poderá assegurar a cobertura dos gastos como as mensalidades, a formação, o equipamento (calçado, vestuário),  material escolar para a sala de estudo, o apoio extra-escolar, a promoção da formação humana, consultas médicas que assegurem o desenvolvimento destas crianças, deslocações a torneios, etc. Contribuindo assim para uma melhor integração social destas crianças e jovens no contexto escolar tornando possível um futuro mais risonho

Posso apadrinhar mais do que uma criança?

Sim, não há limites para o número de crianças apadrinhadas.

Para que serve o meu apadrinhamento?

O valor de apadrinhamento consiste no valor da mensalidade para participação nas nossas actividades. Nesse sentido, as mensalidades servem para suportar o funcionamento do projecto: formadores, treinadores, sala de apoio ao estudo, equipamentos, apoio psicológico, deslocações, etc

Com quanto é que o padrinho contribui?

Contribui com 20 euros mensais.

Existem várias formas de pagamento?

Sim, pode contribuir mensal, trimestral, semestral ou anualmente.

Não consigo sozinho/a suportar o apadrinhamento, o que posso fazer?

Pode apadrinhar uma criança com o valor que estiver ao seu alcance. Pode igualmente organizar um grupo (amigos, familiares, colegas, etc) e o contributo de todos resultar no apadrinhamento de uma criança

Quanto tempo dura o apadrinhamento?

Para que seja sustentável convidamos os padrinhos a um compromisso de 1 ano. No entanto pode contactar-nos para estudar outros períodos.

Quero ajudar mas não posso assumir um compromisso como este, existem alternativas?

Sim, pode fazer um donativo pontual sempre que quiser. Todos os contributos são bem-vindos!

Convidamos desde já a contribuir para que as crianças tenham esta oportunidade.

Todas as contribuições são bem-vindas, seja o apadrinhamento total de uma criança ou um contributo mais pequeno.

Os dados de  NIB/IBAN da ARAL são os seguintes:

Associação de Residentes do Alto do Lumiar

BPI – IBAN – 0010 0000 38335490001 70

Para qualquer outra questão não hesite em contactar-nos.

Ainda a questão das “ecoilhas”…

A ARAL, como Vice-presidente da  Direcção da FAMALIS – Federação das Associações de Moradores, participou numa reunião com o Sr. Vice-Presidente da CML, Duarte Cordeiro, na qual entre outros assuntos foi abordada a questão do  sistema de remoção de lixo recentemente instalado exclusivamente junto dos PER 9 e 12 da Alta de Lisboa (ecoilhas).

De acordo com Pedro Vaz, assessor do Sr. Vice-Presidente, esta situação será  “revertida assim que conseguirmos solucionar a questão da salubridade e organização das casas do lixo onde existiam problemas” .

Não sabemos quando (aguardamos mais informações da CML) mas vamos (ARAL e FAMALIS) acompanhar este processo com muita atenção até à reposição da situação anterior.

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A Alta de Lisboa tem moradores de 1ª e de 2ª (segundo a Direcção Municipal de Higiene Urbana da C.M.L.)

Supostamente um bairro representa uma parte delimitada de uma localidade, com ligações sociais particulares e dinâmicas próprias. Independente das diferentes características de cada bairro há um factor que o torna único: a sua identidade e o sentimento de pertença de quem lá vive.

Uma das particularidades mais  enriquecedoras de um bairro é a sua diversidade e o respeito como todos vivem em conjunto (independentemente das diferenças dos vários membros da comunidade). Um ponto que não pode ser nunca tolerado ou aceite é que numa mesma comunidade haja tratamentos diferenciados os discriminadores, mais grave é a situação quando é a própria autarquia que os promove.

Refiro-me concretamente ao que a Direcção Municipal de Higiene Urbana(DMHU) da Câmara Municipal de Lisboa chama de “instalação de ecoilhas ” em determinadas zonas da Alta de Lisboa. O que são as “ecoilhas” o que isso significa e onde vão ser instaladas? Simples, deixa de haver recolha de lixo nos edifícios para passarem a haver contentores (as tais ecoilhas) onde os moradores tem de se deslocar para deixar os seus resíduos, tal só vai acontecer nos edifícios de realojamento (PER 9 e 12), em todos os outros edifícios tudo continua tal como está.

O impacto e repercussões desta medida vão muito além do uso indevido ou não das casas do lixo,  comportamentos errados combatem-se com medidas de sensibilização e educação dos moradores. Medidas irresponsáveis como esta geram indignação, revolta e perpetuam a estigmatização que determinadas franjas da população sentem todos os dias. A C.M.L. através da Direcção Municipal de Higiene Urbana em vez de combater , dá força a este sentimento.

Curiosamente esta medida foi implementada no maior secretismo,  a Gebalis, a Junta de Freguesia do Lumiar, o Grupo Comunitário da Alta de Lisboa foram informados destas alterações na véspera da sua implementação, quanto aos moradores depararam-se com um dado adquirido (como acontece tantas e tantas vezes), no dia 28 de Julho tinham recolha de lixo à porta de casa, no dia 29 tiveram que deixar o lixo nas tais “ecoilhas”.

Como morador da Alta de Lisboa e dirigente associativo não posso aceitar que haja cidadãos de 1ª e outros de 2ª no bairro onde habito. Esta é uma situação inaceitável que tem de ser revertida no mais curto espaço de tempo.

João Tito Basto – Vice-Presidente
ARAL – Associação de Residentes do Alto do Lumiar

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Vantagens para Sócios da ARAL

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Ao tornar-se sócio da ARAL, terá direito ao Cartão de Residente da Alta de Lisboa, o nosso cartão de sócio que lhe trará benefícios nos estabelecimentos comerciais e serviços aderentes, promovendo assim o comércio local e proporcionando compras mais em conta para os seus portadores.

Os sócios da ARAL têm ainda benefícios ao usufruir das actividades organizadas pela associação, havendo sempre um preço para sócios e outro para não sócios, o primeiro com direito a um desconto.

Por outro lado, terá ainda a possibilidade de nos auxiliar a defender os interesses dos residentes da Alta de Lisboa e a melhorar as condições do bairro, trazendo-nos sugestões de quem vive as necessidades e tem interesses na primeira pessoa.

Saiba como ajudar a ARAL

Uma forma de contribuir e apoiar o trabalho realizado pela ARAL, é no momento de RECEBER o IRS.

Este ano, ajude a ARAL com o seu IRS! É fácil …Para além de consignar os 0,5% na sua declaração, pode ajudar-nos com um donativo directo.

As verbas resultantes destes donativos serão uma importante contribuição para a continuidade da missão da ARAL, permitindo-nos manter os nossos projectos Desportivos (Rugby, Basquetebol, Jiu-Jitsu, Judo), de Educação  (Sala de Estudo), de Ocupação de Tempos Livres (Campos de Férias para crianças e jovens desfavorecidos),de Dinamização social e económica (realização mensal do Urban Market Alta de Lisboa ) e muito mais. Ajude-nos a afastar esta frágil condição financeira que abraçamos diariamente.

Agradecemos a sua generosidade, e já agora, divulgue esta informação junto dos seus amigos e familiares desafiando-os a participarem também. Todos juntos, fazemos a diferença!

No caso de dúvidas, contacte-nos através do 218 267 585 ou aralumiar@gmail.com

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Uma ideia para a Alta – 5

Parque Oeste – Estamos perante um dos maiores parques existentes na cidade de Lisboa e com toda a certeza perante o maior parque existente na freguesia de Santa Clara.

Algumas, ideias para tornar o parque mais atractivo para, a população:

  • Melhorar o do circuito de manutenção, no cimo do parque, junto ao quiosque, assim como ao longo do parque, esta melhoria tem muito a ver com questões de manutenção, mas também de cidadania;
  • Melhorar o terreno, onde se encontra o circuito de manutenção, junto ao quiosque, pois o mesmo ou há-de estar com muita lama e poças de água, durante os meses de inverno ou com muito pó, pedras e areias soltas, nos meses mais quentes, mas também porque os aparelhos se encontram degradados, provavelmente por má utilização;
  • Melhorar a manutenção dos relvados, pois os mesmos estão, de peladas, talvez com fungos;
  • Melhorar a manutenção das árvores e arbustos, falta de poda, como por exemplo rotunda onde ar árvores estão de tal maneira grandes que fazer a rotunda a pé pelo passeio se torna inseguro;
  • Efectuar uma manutenção, limpeza dos vários lagos existentes, pois os mesmos estão com água impropria com um cheiro nauseabundo e com muitos detritos, assim como a colocação de placas de proibição de utilização do lago e de perigo;
  • A plataforma em madeira, um espaço excelente para fazer os mais variados espectáculos, as mais variadas actividades, tem o piso degradado, com buracos colocando em risco as transeuntes que por ali passam;
  • Manutenção de caminhos, por folhas no piso, assim como por falta de iluminação;

O parque é um espaço inseguro, um espaço como este só é seguro com a utilização permanente das pessoas, se o espaço for mais cuidado talvez chame mais pessoas.

A verdade é que já muita gente utiliza o parque, mas precisamos que o parque seja para toda a população e para que a mesma não se desloque para outros parques existentes em Lisboa

Quando teremos um parque, onde a população possa brincar, passear, praticar actividade física e cultural? 

Lourenço Roque

 

Resultado de contactos com os nossos associados, outros moradores e pessoas que trabalham na Alta de Lisboa, fomos compilando um conjunto de ideias que foram sendo partilhadas connosco e que julgamos pertinente partilhar com todos.
Designámos esta compilação de Uma ideia para a Alta de Lisboa e iremos partilhar regularmente convosco, aqui e por outras vias, estas ideias / sugestões.

Uma ideia para a Alta – 4

Um dos equipamentos em falta na Alta é o parque infantil do Parque Oeste. Na realidade, o espaço já estaria escolhido, conforme se pode constatar nas plantas. Só não se compreende por que ainda não foi construído.

É um equipamento fundamental e essencial para as famílias e para a dinamização do Parque Oeste e que permitiria uma maior apropriação e vivência do Parque.

José Almeida

 

Uma ideia para a Alta – 3

Comecei a trabalhar na Alta de Lisboa recentemente e uma das coisas que me chamou de imediato à atenção foi a quantidade de lojas desocupadas e com as obras não terminadas, aliada à falta de pequeno e médio comércio.
 
Não sei dizer se há ou não algum incentivo para que novas ideias ocupem esses espaços, mas o grande problema é que como eu muita gente não os conhece, se existirem. Seria importante uma solução de isenção de pagamento dos alugueres de espaço durante 6 meses a 1 ano e a isenção de pagamento de um sem número de licenças municipais.
 
Havendo espaços mais ocupados, mais dinâmica, mais comércio muitas outras questões, como o envolvimento da comunidade na vida da Alta de Lisboa ou até mesmo a escassez de transportes teriam o incentivo para se resolverem.
Nicole Figueiredo

Resultado de contatos com os nossos associados, outros moradores e pessoas que trabalham na Alta de Lisboa, fomos compilando um conjunto de ideias que foram sendo partilhadas connosco e que julgamos pertinente partilhar com todos.
Designámos esta compilação de Uma ideia para a Alta de Lisboa e iremos partilhar regularmente convosco, aqui e por outras vias, estas ideias / sugestões.

 

Uma ideia para a Alta – 2

Resultado de contactos com os nossos associados, outros moradores e pessoas que trabalham na Alta, fomos compilando um conjunto de ideias que foram sendo partilhadas connosco e que julgamos pertinente partilhar com todos.

Designámos esta compilação de Uma ideia para a Alta de Lisboa. Iremos partilhando regularmente convosco, aqui e por outras vias, estas ideias / sugestões.

 

“Apesar de não ser residente da Alta de Lisboa, trabalho diariamente na zona e sinto-me cada vez mais uma pessoa da “casa”.
Sendo um  apaixonado pelo desporto e tendo noção dos benefícios que o mesmo tem no dia a dia dos nossos jovens venho dar a minha opinião sobre um tema que há muito me preocupa: a ausência de um Pavilhão Desportivo!

Com uma população estimada de 32.000 habitantes creio que seria fundamental um pavilhão desportivo que permitisse um sem número de actividades desportivas e até culturais!

Sou residente do Conselho de Odivelas e o crescimento em termos desportivos à muito se deve aos espaços que existem para a prática desportiva, como por exemplo, o moderníssimo Multiusos de Odivelas que teve recentemente organizações como o Europeu de Jiu-jitsu ou uma Fase Final da UEFA Futsal Cup.”

Fábio Sousa

complexo

Uma ideia para a Alta

Resultado de contactos com os nossos associados, outros moradores e pessoas que trabalham na Alta, fomos compilando um conjunto de ideias que foram sendo partilhadas connosco e que julgamos pertinente partilhar com todos.

Designámos esta compilação de Uma ideia para a Alta de Lisboa. Iremos partilhando regularmente convosco, aqui e por outras vias, estas ideias / sugestões.

 

“Transformar os edifícios da malha 14 (conhecido por Lx Condomínio) em residências universitárias (total ou parcialmente), associadas a uma ou mais instituições de ensino superior.

Permitiria resolver a situação dos edifícios inacabados e podia contribuir para dinamizar a Alta, ao trazer um conjunto de pessoas de diferentes origens.”

Ricardo Marques

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Associações lançam Plataforma em defesa da EB2+3 Alto do Lumiar

A criação da Plataforma é uma iniciativa conjunta da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar e Associação de Residentes do Alto do Lumiar

Plataforma pela Escola 2+3 do Alto do Lumiar

Exma Senhora Presidente da Assembleia da República

Exmo Senhor Ministro da Educação e Ciência.

Nos últimos tempos, a deterioração progressiva do parque escolar da Escola 2+3 do Alto do Lumiar tem criado muita apreensão em toda a comunidade (pais, crianças, professores, funcionários, moradores e instituições locais), dado que as condições de funcionamento das aulas não garantem a segurança mínima exigida num estabelecimento de ensino. As crianças, aproximadamente 553 alunos que frequentam a  ESCOLA 2+3 do ALTO DO LUMIAR, enfrentam todos os dias situações que, além de perigosas, não dignificam a comunidade nem a sociedade em geral. De destacar:

  1. Janelas partidas e telhados danificados, chovendo dentro das salas de aula;
  2. Pavimento degradado com tacos de madeira soltos;
  3. Quadros de “ardósia” encostados à parede por falta de parafusos, constituindo um perigo para os estudantes;
  4. Sistema eléctrico inteiramente degradado (fios descarnados, candeeiros suspensos por fios, infiltrações no sistema), representando um elevado perigo para as crianças e jovens que frequentam a Escola;

Salienta-se ainda a inexistência de um espaço fechado para a prática desportiva (ginásio ou pavilhão) o que obriga os alunos a frequentarem aulas em recinto escolar descoberto, quaisquer que sejam as condições meteorológicas (salienta-se, mesmo em condições meteorológicas adversas). Também a impossibilidade de abertura da Unidade de Multideficiência (sala UAM) de 2ºCiclo obriga a que os alunos portadores de deficiência tenham de deslocar-se para a na EB1/JI Padre José Manuel Rocha e Melo (ex.EB1 nº34), em função das condições de acessibilidade.

Ainda que pareça dispensável, por tudo o que já ficou exposto, trazer à colação a influência negativa da deterioração das estruturas físicas na efectiva realização de novas dinâmicas de ensinar e aprender, ela é uma triste realidade, cuja reversão da situação não pode permanecer apenas um objectivo desejável. Assim, exorta-se V. Exas que sejam agentes activos desta mudança.

Importa ainda destacar que a ESCOLA 2+3 do ALTO DO LUMIAR não dispõe de qualquer tipo de auditório, e que a sua construção da Escola serviria não só a comunidade educativa como seria de grande mais-valia para toda a população da Freguesia. A inexistência de um auditório contraria a lógica de acção da Escola contemporânea, que se quer mais aberta à comunidade e ao desenvolvimento de novas valências internas.

Tudo isto consubstancia um cenário de grande preocupação, que nega às crianças e jovens as condições de aprendizagem e formação a que têm direito numa sociedade democrática e que lhes devem ser garantidas pela escola pública, nos termos da Constituição da República.

Tendo em consideração a existência de 350 milhões de euros para reequipamento escolar, à reabilitação e requalificação de cerca de 130 escolas, vimos por este meio exortar V. Exas para a necessidade que a ESCOLA 2+3 do ALTO DO LUMIAR, seja objecto de uma intervenção, com a maior urgência, a fim de que os alunos e restantes intervenientes tenham condições para aprenderem, ensinarem e prestarem os serviços necessários, segundo a função de cada um

Rugby – Inscrições abertas

Os treinos do Rugby arrancam hoje!

Os treinos iniciam-se hoje no Complexo Desportivo do Alto do Lumiar para os atletas sub-12 aos sub-18 das 18h às 19h!!

Os atletas sub-8 e sub-10 iniciam na quarta-feira das 17h às 18h!

Venham treinar connosco!!!

 

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ARAL presente na Assembleia de Freguesia do Lumiar

A ARAL esteve presente na 9.ª Reunião (ordinária) da Assembleia de Freguesia do Lumiar do quadriénio 2013-2017 que se realizou no passado dia 16 de Setembro e, durante o período de intervenções reservado ao público, apresentou uma série de questões e problemas relativamente à zona da Alta de Lisboa.

  • Passadeira e sinalização vertical na EB23 Alto do Lumiar (antiga D. José I)

A ARAL alertou para a falta de uma placa de sinalização “ESCOLA”, no sentido descendente da Av. Carlos Paredes e uma placa pequena e pouco visível no sentido contrário. Foi sugerido por parte da ARAL a colocação de sinalização idêntica à usada no Colégio São João de Brito, sinais amarelos, com maior dimensão com indicação de velocidade 40 km/h.

O Sr. Presidente da Junta tomou nota do assunto e assinalou a necessidade de encontrar, com a urgência devida, uma solução para controlar a velocidade excessiva com que se circula em frente à escola, visto que os redutores de velocidade actuais não são adequados.

  • Blocos de Fibrocimento nos blocos PER da Rua Luís Piçarra, Rua Tomás del Negro, Alameda da Música e Rua José Cardoso Pires

Embora sendo da responsabilidade da GEBALIS, a ARAL alertou e pediu a intervenção da Junta para interceder junto da referida empresa, de modo a resolver o problema das placas de fibrocimento destruídas que revestem as fachadas dos referidos edifícios. Foi feito um alerta de que o estado das fachadas representam não só um elevado perigo, mas são um factor de segregação entre a população de venda livre e PER.

O Sr. Presidente anunciou que lhe foi comunicado que a GEBALIS irá proceder à resolução do problema, num curto espaço de tempo (sem referir qual).

  • Limpeza nas Ruas do Bairro da Cruz Vermelha e Alameda da Música

A ARAL referiu que impacto da transferência dos serviços de limpeza da C.M.L para a Freguesia do Lumiar não se fez sentir tão negativamente como aconteceu noutras freguesias da cidade, mas de todas as formas, assinalámos que a frequência das limpezas em determinadas zonas do Bairro da Cruz Vermelha não era a mesma que noutras zonas da Alta de Lisboa, o mesmo se passando em relação à Alameda da Música.

O Sr. Presidente da Junta não faz referência ao Bairro da Cruz Vermelha, mas quanto à Alameda da Música, disse que é um problema que não tem exclusivamente a ver com a divisão de limpeza, mas igualmente com os espaços verdes. Disse ainda que iria reunir brevemente com a AVAAL, para que essa associação tratasse da manutenção da referida Alameda.

  • Posição do Executivo da Junta de Freguesia em relação à construção dos Campos de Rugby no Parque Urbano Sul

Face à posição da C.M.L. de fazer, sistematicamente, o que bem entende dos projectos vencedores dos orçamentos participativos (desvirtuando-os e usando-os de acordo com os seu interesses), questionámos a Junta se partilhava da posição da C.M.L. sobre os campos de Rugby na Alta de Lisboa , vencedores do Orçamento participativo Edição 2010/12 .

O Sr. Presidente da Junta, tal como a ARAL, não tem dúvidas quando ao local votado no Orçamento Participativo (Parque Urbano Sul na Alta de Lisboa) e mais disse, que os custo relacionados com os problemas de drenagem, evocados pela C.M.L. para a deslocalização do Campo de Rugby , não são justificados.

  • Segurança – Policiamento apeado por parte da PSP

A ARAL referiu que o Policiamento apeado feito pela PSP, que existiu durante 2 anos, tinha acabado na Alta de Lisboa.

O Sr. Presidente da Junta confirmou que, com o encerramento da Esquadra 44, houve necessidade de proceder ao reordenamento das zonas de patrulhamento no território. Neste momento, a Zona da Quinta do Lambert/Parque Europa é patrulhada pela Esquadra 19 de Telheiras, e o território da 41ª Esquadra (Cruz Vermelha) tinha sido alargado, sem haver aumento de efectivos

 

No final, a ARAL agradeceu o apoio da Junta de Freguesia do Lumiar ao Campo de Férias, que realizámos durante o mês de Agosto e que contou com 80 crianças.

Dia Internacional do Livro Infantil

Hoje assinala-se o Dia Internacional do Livro Infantil, coincidindo com o dia de aniversário do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, autor de “O Soldadinho de Chumbo”, “O Patinho Feio” e a “Pequena Sereia”.

A ARAL sugere que neste dia (mas também em todo os outros!) seja dada às crianças a oportunidade de tocar num livro, de o sentir e saber o que representa, permitir que descubra o prazer da leitura….. e já agora leia, descubra, explore com eles!

A mensagem do IBBY internacional é este ano da responsabilidade da Irlanda.

CARTA ÀS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO

Os leitores perguntam muitas vezes aos escritores como é que escrevem as suas histórias – de onde vêm as ideias? Da minha imaginação, responde o escritor. Ah, sim, dizem os leitores. Mas onde fica a imaginação, de que é que ela é feita, e será que todos temos uma?

Bem, diz o escritor, fica na minha cabeça, claro, e é feita de imagens e palavras e memórias e vestígios de outras histórias e palavras e fragmentos de coisas e melodias e pensamentos e rostos e monstros e formas e palavras e movimentos e palavras e ondas e arabescos e paisagens e palavras e perfumes e sentimentos e cores e ritmos e pequenos cliques e flashes e sabores e explosões de energia e enigmas e brisas e palavras. E fica tudo a girar lá dentro e a cantar e a parecer um caleidoscópio e a flutuar e a pousar e a pensar e a arranhar a cabeça.

Claro que todos temos uma imaginação: se assim não fosse, não seríamos capazes de sonhar. Contudo, nem todas as imaginações são feitas das mesmas coisas. A imaginação dos cozinheiros tem sobretudo paladares, e a dos artistas mais cores e formas. Mas a imaginação dos escritores está cheia de palavras.

E nos leitores e ouvintes das histórias, as imaginações fazem-se com palavras também. A imaginação do escritor trabalha e gira e molda ideias e sons e vozes e personagens e acontecimentos numa história, e a história é apenas feita de palavras, batalhões de rabiscos que marcham ao longo das páginas. E depois chega o leitor e os rabiscos ganham vida. Ficam na página, parecem ainda rabiscos, mas também brincam na imaginação do leitor, e o leitor começa igualmente a desenhar e a rodar as palavras de modo a que a história se crie agora na sua cabeça, tal como tinha acontecido na cabeça do escritor.

É por isso que o leitor é tão importante para a história como o escritor. Há apenas um escritor para cada história, mas há centenas ou milhares ou mesmo milhões de leitores, na própria língua do escritor ou traduzida para muitas línguas. Sem o escritor, a história nunca teria nascido; mas sem os milhares de leitores em todo o mundo, a história não viveria todas as vidas que pode viver.

Cada leitor de uma história tem alguma coisa em comum com os outros leitores da mesma história. Separadamente, mas também em conjunto, eles recriam a história do escritor com a sua própria imaginação: um ato ao mesmo tempo privado e público, individual e coletivo, íntimo e internacional. Isto deve ser o aquilo que o ser humano faz melhor.

Continua a ler!

Siobhán Parkinson

Autora, editora, tradutora e distinguida com o Laureate na nÓg (Children’s Laureate of Ireland).

Tradução: Maria Carlos Loureiro

 

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Nada se perde tudo se Transforma: Criar Oportunidades | GCAL – VII Sessão Pública

Pelo 7º ano consecutivo o GCAL – Grupo Comunitário da Alta de Lisboa – realiza a sua Sessão Pública. Esta iniciativa visa apresentar o trabalho realizado ao logo do último ano pelo GCAL e discutir temas actuais e de interesse para a Alta de Lisboa. Este ano o tema é “Nada se perde tudo se Transforma: Criar Oportunidades”. Numa conjuntura adversa, como a actual, julgamos pertinente apresentar e discutir como criamos oportunidades todos os dias e de que forma podemos ajudar a descobrir outras.
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