Ainda a questão das “ecoilhas”…

A ARAL, como Vice-presidente da  Direcção da FAMALIS – Federação das Associações de Moradores, participou numa reunião com o Sr. Vice-Presidente da CML, Duarte Cordeiro, na qual entre outros assuntos foi abordada a questão do  sistema de remoção de lixo recentemente instalado exclusivamente junto dos PER 9 e 12 da Alta de Lisboa (ecoilhas).

De acordo com Pedro Vaz, assessor do Sr. Vice-Presidente, esta situação será  “revertida assim que conseguirmos solucionar a questão da salubridade e organização das casas do lixo onde existiam problemas” .

Não sabemos quando (aguardamos mais informações da CML) mas vamos (ARAL e FAMALIS) acompanhar este processo com muita atenção até à reposição da situação anterior.

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A Alta de Lisboa tem moradores de 1ª e de 2ª (segundo a Direcção Municipal de Higiene Urbana da C.M.L.)

Supostamente um bairro representa uma parte delimitada de uma localidade, com ligações sociais particulares e dinâmicas próprias. Independente das diferentes características de cada bairro há um factor que o torna único: a sua identidade e o sentimento de pertença de quem lá vive.

Uma das particularidades mais  enriquecedoras de um bairro é a sua diversidade e o respeito como todos vivem em conjunto (independentemente das diferenças dos vários membros da comunidade). Um ponto que não pode ser nunca tolerado ou aceite é que numa mesma comunidade haja tratamentos diferenciados os discriminadores, mais grave é a situação quando é a própria autarquia que os promove.

Refiro-me concretamente ao que a Direcção Municipal de Higiene Urbana(DMHU) da Câmara Municipal de Lisboa chama de “instalação de ecoilhas ” em determinadas zonas da Alta de Lisboa. O que são as “ecoilhas” o que isso significa e onde vão ser instaladas? Simples, deixa de haver recolha de lixo nos edifícios para passarem a haver contentores (as tais ecoilhas) onde os moradores tem de se deslocar para deixar os seus resíduos, tal só vai acontecer nos edifícios de realojamento (PER 9 e 12), em todos os outros edifícios tudo continua tal como está.

O impacto e repercussões desta medida vão muito além do uso indevido ou não das casas do lixo,  comportamentos errados combatem-se com medidas de sensibilização e educação dos moradores. Medidas irresponsáveis como esta geram indignação, revolta e perpetuam a estigmatização que determinadas franjas da população sentem todos os dias. A C.M.L. através da Direcção Municipal de Higiene Urbana em vez de combater , dá força a este sentimento.

Curiosamente esta medida foi implementada no maior secretismo,  a Gebalis, a Junta de Freguesia do Lumiar, o Grupo Comunitário da Alta de Lisboa foram informados destas alterações na véspera da sua implementação, quanto aos moradores depararam-se com um dado adquirido (como acontece tantas e tantas vezes), no dia 28 de Julho tinham recolha de lixo à porta de casa, no dia 29 tiveram que deixar o lixo nas tais “ecoilhas”.

Como morador da Alta de Lisboa e dirigente associativo não posso aceitar que haja cidadãos de 1ª e outros de 2ª no bairro onde habito. Esta é uma situação inaceitável que tem de ser revertida no mais curto espaço de tempo.

João Tito Basto – Vice-Presidente
ARAL – Associação de Residentes do Alto do Lumiar

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Vantagens para Sócios da ARAL

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Ao tornar-se sócio da ARAL, terá direito ao Cartão de Residente da Alta de Lisboa, o nosso cartão de sócio que lhe trará benefícios nos estabelecimentos comerciais e serviços aderentes, promovendo assim o comércio local e proporcionando compras mais em conta para os seus portadores.

Os sócios da ARAL têm ainda benefícios ao usufruir das actividades organizadas pela associação, havendo sempre um preço para sócios e outro para não sócios, o primeiro com direito a um desconto.

Por outro lado, terá ainda a possibilidade de nos auxiliar a defender os interesses dos residentes da Alta de Lisboa e a melhorar as condições do bairro, trazendo-nos sugestões de quem vive as necessidades e tem interesses na primeira pessoa.

Saiba como ajudar a ARAL

Uma forma de contribuir e apoiar o trabalho realizado pela ARAL, é no momento de RECEBER o IRS.

Este ano, ajude a ARAL com o seu IRS! É fácil …Para além de consignar os 0,5% na sua declaração, pode ajudar-nos com um donativo directo.

As verbas resultantes destes donativos serão uma importante contribuição para a continuidade da missão da ARAL, permitindo-nos manter os nossos projectos Desportivos (Rugby, Basquetebol, Jiu-Jitsu, Judo), de Educação  (Sala de Estudo), de Ocupação de Tempos Livres (Campos de Férias para crianças e jovens desfavorecidos),de Dinamização social e económica (realização mensal do Urban Market Alta de Lisboa ) e muito mais. Ajude-nos a afastar esta frágil condição financeira que abraçamos diariamente.

Agradecemos a sua generosidade, e já agora, divulgue esta informação junto dos seus amigos e familiares desafiando-os a participarem também. Todos juntos, fazemos a diferença!

No caso de dúvidas, contacte-nos através do 218 267 585 ou aralumiar@gmail.com

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Uma ideia para a Alta – 5

Parque Oeste – Estamos perante um dos maiores parques existentes na cidade de Lisboa e com toda a certeza perante o maior parque existente na freguesia de Santa Clara.

Algumas, ideias para tornar o parque mais atractivo para, a população:

  • Melhorar o do circuito de manutenção, no cimo do parque, junto ao quiosque, assim como ao longo do parque, esta melhoria tem muito a ver com questões de manutenção, mas também de cidadania;
  • Melhorar o terreno, onde se encontra o circuito de manutenção, junto ao quiosque, pois o mesmo ou há-de estar com muita lama e poças de água, durante os meses de inverno ou com muito pó, pedras e areias soltas, nos meses mais quentes, mas também porque os aparelhos se encontram degradados, provavelmente por má utilização;
  • Melhorar a manutenção dos relvados, pois os mesmos estão, de peladas, talvez com fungos;
  • Melhorar a manutenção das árvores e arbustos, falta de poda, como por exemplo rotunda onde ar árvores estão de tal maneira grandes que fazer a rotunda a pé pelo passeio se torna inseguro;
  • Efectuar uma manutenção, limpeza dos vários lagos existentes, pois os mesmos estão com água impropria com um cheiro nauseabundo e com muitos detritos, assim como a colocação de placas de proibição de utilização do lago e de perigo;
  • A plataforma em madeira, um espaço excelente para fazer os mais variados espectáculos, as mais variadas actividades, tem o piso degradado, com buracos colocando em risco as transeuntes que por ali passam;
  • Manutenção de caminhos, por folhas no piso, assim como por falta de iluminação;

O parque é um espaço inseguro, um espaço como este só é seguro com a utilização permanente das pessoas, se o espaço for mais cuidado talvez chame mais pessoas.

A verdade é que já muita gente utiliza o parque, mas precisamos que o parque seja para toda a população e para que a mesma não se desloque para outros parques existentes em Lisboa

Quando teremos um parque, onde a população possa brincar, passear, praticar actividade física e cultural? 

Lourenço Roque

 

Resultado de contactos com os nossos associados, outros moradores e pessoas que trabalham na Alta de Lisboa, fomos compilando um conjunto de ideias que foram sendo partilhadas connosco e que julgamos pertinente partilhar com todos.
Designámos esta compilação de Uma ideia para a Alta de Lisboa e iremos partilhar regularmente convosco, aqui e por outras vias, estas ideias / sugestões.

Uma ideia para a Alta – 4

Um dos equipamentos em falta na Alta é o parque infantil do Parque Oeste. Na realidade, o espaço já estaria escolhido, conforme se pode constatar nas plantas. Só não se compreende por que ainda não foi construído.

É um equipamento fundamental e essencial para as famílias e para a dinamização do Parque Oeste e que permitiria uma maior apropriação e vivência do Parque.

José Almeida

 

Uma ideia para a Alta – 3

Comecei a trabalhar na Alta de Lisboa recentemente e uma das coisas que me chamou de imediato à atenção foi a quantidade de lojas desocupadas e com as obras não terminadas, aliada à falta de pequeno e médio comércio.
 
Não sei dizer se há ou não algum incentivo para que novas ideias ocupem esses espaços, mas o grande problema é que como eu muita gente não os conhece, se existirem. Seria importante uma solução de isenção de pagamento dos alugueres de espaço durante 6 meses a 1 ano e a isenção de pagamento de um sem número de licenças municipais.
 
Havendo espaços mais ocupados, mais dinâmica, mais comércio muitas outras questões, como o envolvimento da comunidade na vida da Alta de Lisboa ou até mesmo a escassez de transportes teriam o incentivo para se resolverem.
Nicole Figueiredo

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