Torneio da ADJL com participação de judocas da Alta de Lisboa

No passado dia 15 de Novembro realizou-se mais um Torneio da Associação de Judo de Lisboa no Estádio 1º de Maio onde o Judo Clube de Lisboa  participou com cerca de 60 atletas muitos deles provenientes do Programa “Judo na Alta de Lisboa”.
Foi uma verdadeira festa do Judo onde os nossos jovens judocas poderam mostrar o que têm aprendido nos treinos e competir contra outros judocas de outros clubes. No fim todos saíram vencedores deste torneio onde o principal objectivo foi fomentar uma competição saudável entre jovens judocas e também uma iniciação a competição.
Mais uma vez os nossos judocas estão de parabéns no geral pelo excelente nível técnico demonstrado.
A Acompanhar os  atletas estiveram os treinadores Diogo César, João Gomes, João Lérias, João Nunes, Henrique Nunes, Miguel Ogando e André Martins. Também estiveram presentes muitos pais, familiares e colegas de treino.

via: Judo Clube de Lisboa

União Zoófila precisa de apoio e de voluntários

Recupero aqui uma notícia do JN para a qual julgo não serem necessários comentários…quem puder ajudar é bem-vindo!

In Jornal de Notícias (18/11/2009)
CRISTIANO PEREIRA

«União Zoófila precisa de voluntários para reparar os telhados

Cerca de 150 gatos e 450 cães estão à mercê das intempéries na União Zoófila, em Lisboa. A presidente da instituição pede ajuda a particulares ou a empresas de construção civil que possam ajudar a reparar os telhados.

“A União Zoófila está péssima a nível de melhoramentos no canil”, lamentou ontem Luísa Barroso, a presidente da Instituição.

No dia do 58º aniversário da União Zoófila, a responsável lamentou a falta de apoios da Câmara Municipal – apesar de frisar que as instalações estão em terreno municipal – e lançou um apelo à sociedade: “Temos imensas boxes onde chove e seria muito bom se houvesse ajuda de alguém da construção civil que nos pudesse reparar os buracos dos telhados”.

No passado mês de Abril, o JN esteve no local e testemunhou o desespero dos responsáveis perante a escassez de alimentos. Felizmente, ontem, a situação era diferente. “Nesta altura temos os armazéns cheios de comida”, afirmou Luísa Barroso, apontando, todavia, que “a época pior é a do Inverno e por isso vamos chegar a Janeiro com os armazéns vazios”.

A responsável máxima da União Zoófila aproveitou para agradecer todas as ajudas que recebeu após a situação denunciada pelo JN: “Fiquei muito comovida com a solidariedade que as pessoas demonstraram mesmo estando o país atravessar uma crise”, disse.

Todavia, Luísa Barroso explicou que, para além do mau estado dos canis, a associação tem urgência noutro tipo de ajudas: medicamentos e produtos diversos (ver caixa).

“A maior parte dos cães que nos chegam aqui são abandonados e muitos deles aparecem gravemente doentes”, explicou, referindo que “são animais velhos que precisam de muitos cuidados médicos”. “A medicação cobre-nos imenso o orçamento”, prossegue, referindo que a instituição é “obrigada a gastar muito dinheiro em operações e medicamentos”.

Como tal, a Instituição divulgou uma lista dos medicamentos mais necessitados, como, por exemplo comprimidos Alopurinol, Alsir, Atarax, Biossolvon, Nizale, Primperan, Tisnel ou Ulcermin. Pomadas como Bacitricina ou seringas são outras das necessidades.

Recorde-se que a União Zoófila não recebe qualquer ajuda do Estado ou de outro organismo público. Basicamente, sobrevive com o pagamento das quotas dos seus sócios (25 euros por ano) e dos donativos feitos por empresas ou pessoas mais sensíveis a estas causas.

Os responsáveis da União Zoófila lembram que estão disponíveis para todos aqueles que desejem adoptar um animal – cão ou gato – e apelam aos eventuais interessados para que visitem as instalações e escolham aquele que querem adoptar. As visitas para adopção de cães são feitas às quartas-feiras, sextas-feiras e sábados, das 14 horas às 16.30 horas. Relativamente à adopção de gatos, as portas abrem-se ao sábado e domingo no mesmo horário. Em ambos os casos, deverá responder apenas a umas breves perguntas dos voluntários da instituição e assinar um termo de responsabilidade. A União Zoófila situa-se nas traseiras da Igreja das Furnas, em São Domingos de Benfica.»

In Jornal de Notícias (18/11/2009)
CRISTIANO PEREIRA

CML – Orçamento Participativo 2010

A Câmara Municipal de Lisboa deu início à 2ª edição do Orçamento Participativo, depois do sucesso da 1ª edição desta iniciativa, que registou, em 2008, mais de 3400 participações.

O Orçamento Participativo (OP) é uma das formas de participação dos cidadãos na gestão da Câmara Municipal de Lisboa. Através do OP, os cidadãos podem participar apresentando uma proposta para a sua rua, bairro, freguesia, ou cidade em geral, relativo a investimentos, manutenções, programas ou actividades até ao montante de 5 milhões de euros.

O OP visa contribuir para o exercício de uma intervenção informada, activa e responsável dos cidadãos nos processos de governação local, garantindo a participação dos cidadãos na decisão sobre a afectação de recursos às políticas públicas municipais, e possibilitando assim ao executivo municipal corresponder às reais necessidades e aspirações da população de Lisboa.

A participação ocorre online, no site http://www.cm-lisboa.pt/op, nas seguintes fases:

Fase 1 – até 29 de Novembro de 2009
Envio de uma proposta concreta. De seguida os serviços municipais fazem a sua análise técnica e adaptam a projecto.
Fase 2 – 14 a 20 de Dezembro de 2009
Votação de um projecto que inclui o respectivo custo estimado e previsão do prazo de execução.

Não podemos deixar de participar!

Parques infantis da Alameda da Música

Não se entende e não se pode aceitar o estado de “limbo” que tem caracterizado os dois parques infantis da Alameda da Música.

Sabemos que a SGAL assume que fez a entrega dos parques infantis e sabemos igualmente que a CML assume que não os recepcionou. Ficou zona franca, “terra de ninguém”. Sabemos ainda que o IDP – Instituto do Desporto de Portugal, I.P., quando tinha essa competência, chumbou estes mesmos parques. Sabemos que são perigosos. Sabemos que estão mal tratados.

Sabemos que estes “parques” estão nesta situação de total abandono há mais de 5 anos!

Na ARAL, solicitamos às autoridades que revejam todo este processo; que verifiquem as necessidades dos diferentes grupos etários, nomeadamente infantil e juvenil; que desenhem os equipamentos de forma apropriada; que verifiquem a legitimidade de encostar este tipo de equipamento aos condomínios; que mantenham um serviço de manutenção apropriado; que mantenham serviços de acompanhamento social na área de implantação destes equipamentos.

E solicitamos que não se adie mais 5 anos. Que não se adie mais um mês. Que não se adie mais uma hora.